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Educação de Itapeva é referência nas reflexões sobre a BNCC

Escolas municipais recebem benfeitorias

O secretário municipal de Educação e Cultura, Andrei Müzel (foto) tem tornado a Educação de Itapeva referência nas reflexões e implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Ele foi um dos entrevistados para a grande reportagem sobre a Educação Infantil, publicada na edição de outubro deste ano da revista Presença Pedagógica, uma das principais publicações da área. A reportagem abordou a aprovação da Base Nacional Comum Curricular (2018) e a construção da base curricular para os primeiros anos da infância. O secretário, que é doutorando em Ciências da Educação e secretário de Coordenação Técnica da União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado de São Paulo (Undime/SP), falou sobre a importância de se garantir a Formação Integral da criança em seu território natural. “As escolas e professores devem trabalhar os direitos de aprendizagem das crianças por meio da brincadeira. Enquanto isso, é possível investigar suas necessidades enquanto sujeitos de direito e se estruturando em práticas que as entendam como protagonistas do processo de formação”, diz Andrei. A reportagem fala sobre a composição do sistema educacional de hoje, estruturada nos séculos XIX e XX e que, segundo a revista, precisa atender às demandas dos alunos do século XXI. “Os avanços devem ser observados com relação a uma perspectiva interdisciplinar e de análise das complexidades dos objetivos de aprendizagem, considerando as três faixas etárias estabelecidas (bebês, crianças bem pequenas e crianças pequenas)”, destaca o secretário. Andrei Müzel também teve seu artigo “Como transformar a Educação Infantil?”, redigido em parceria com a dirigente de Ensino Cristiana Mercadante, publicado na revista Nova Escola. “Se acreditamos – e a BNCC nos convida a isso –, que a criança é ator principal do projeto de Educação da Infância, ela está sendo incluída no processo? Suas famílias, as representantes legítimas dos valores e da cultura da Infância, estão sendo incluídas? Como podemos envolver toda a comunidade escolar e o território nesse processo? Aos respondermos a estas perguntas, estaremos construindo caminhos para a construção de uma verdadeira Educação Integral e Formadora de pessoas”, conclui.